O que fazem os humanos felizes? Os prazeres (do poder, do sexo e do dinheiro – lícito e ilícito) ou a prática das virtudes (da ética)? Os humanos nasceram para ser virtuosos ou corruptos?

Quem enfrentou e respondeu essas perguntas, no século XVIII, foi Charles de Secondat (barão de Montesquieu), em suas Cartas persas, onde está a clássica narrativa de um povo árabe fictício (povo troglodita – povo das cavernas).

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